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14.05.2019
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Ciberdoenças
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As ciberdoenças são doenças reconhecidas pela Medicina oficial, que surgiram com o advento da internet e dos dispositivos móveis. Existem milhares de pessoas que estão doentes e viciadas em internet. As ciberdoenças foram catalogadas pela Medicina oficial há pouco tempo. Normalmente, são um vício como outro qualquer, o que leva as pessoas a uma fuga da vida real, gerando uma espécie de insanidade, que as leva a crer que o mundo virtual é real. Se você tem filhos que são crianças ou adolescentes, preste muita atenção nessas doenças, pois elas já podem estar se manifestando – inclusive em você. A seguir, mostraremos as oito doenças mais conhecidas.

 

 

 

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Nomofobia é como se fosse uma sigla de no mobile phobia, que significa “medo de ficar sem um dispositivo móvel”. É a fobia de ficar longe do celular, tablet ou outro dispositivo que você possa consultar toda hora. Nesse caso, o celular precisa estar na mão do usuário o tempo inteiro, ou ao alcance dos olhos, para que a pessoa tenha certeza absoluta de que o aparelho está por perto. Quando o doente vai tomar banho, por exemplo, tem a necessidade vital de deixar o celular à vista. Quando distante de seus telefones, os acometidos pela nomofobia sentem uma ansiedade quase enlouquecedora. Os principais sintomas da nomofobia são vômitos, náuseas e desmaios quando a pessoa se separa do seu dispositivo.

 

 

 

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A síndrome do toque fantasma acontece quando a pessoa escuta o celular tocar o tempo todo, mesmo que ele não esteja tocando. Ela sente necessidade de verificar o tempo inteiro, porque realmente escuta, mas quando olha, não há nenhuma notificação. Isso ocorre inclusive quando ela está dormindo. Acorda de repente, porque jura que ouviu o som de uma notificação. O cérebro também pode sentir a ilusão do vibracall, e a pessoa rapidamente vai checar o celular sem ele ter tocado de fato. Isso acontece tantas vezes que a pessoa começa a achar que está doida e vai procurar ajuda médica. Normalmente, os doentes que sofrem com a síndrome do toque fantasma apresentam dores de cabeça muito fortes. Essas são reações físicas muito intensas e é justamente por isso que a síndrome do toque fantasma foi catalogada como doença. O número de pessoas que vivem essa situação sofreu um aumento alarmante, principalmente nos Estados Unidos.

 

 

 

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A náusea digital ou cybersickness é uma desorientação e vertigem causadas por novos ambientes virtuais. Essa doença ocorre quando a pessoa tem um celular de determinado modelo e mexe tanto nele que o cérebro se acostuma com aqueles ícones, naqueles lugares. Se de repente ela decide trocar de aparelho, comprar um modelo mais novo ou de outra marca, com outros ícones, em outras posições, acaba ficando desorientada, porque seu cérebro é tão acostumado com a antiga configuração que a nova lhe causa uma espécie de pane. A sensação é de que os ícones se movimentam sob o vidro do celular, causando náusea, vertigem, vômito e tonturas – até o cérebro se acostumar com o novo layout do aparelho.

 

 

 

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A depressão de redes sociais se popularizou como depressão de Facebook, porque essa é a rede social mais conhecida do mundo. Essa doença acontece quando a pessoa começa a comparar a sua vida com a dos outros, com base no que é postado no Facebook. Por exemplo, vamos supor que você tenha um amigo que coloque fotos lindas, de viagens pelo mundo, Oriente, Grécia, etc. A vida dele parece sempre linda, ele está sempre feliz, rindo, pois normalmente compartilhamos no Facebook apenas as coisas boas. Então, você começa a ficar deprimido, porque a sua vida não é igual à dele. Você começa a se comparar, não chega a ser inveja, mas você se sente mal e julga que a sua vida é muito ruim, por não ter fotos tão lindas para postar. Outro caso bem comum de depressão de Facebook é quando a pessoa posta algo e ninguém comenta ou curte. Com isso, ela se sente deprimida porque foi rejeitada na rede social. Ninguém a validou. Quando as pessoas não curtem algo que ela postou e julgou algo muito importante, uma grande tristeza começa a surgir. Isso só revela a nossa carência e nosso vazio existencial, porque precisarmos da aprovação dos outros para nos sentirmos felizes.

 

 

 

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O Transtorno de Dependência da Internet (TDI) acontece quando há um uso excessivo e irracional da internet que interfere muito nas atividades cotidianas. Por exemplo, a pessoa acha que tomar banho é perda de tempo, porque durante esse período não estará conectada à internet. Se vai para um lugar onde não tem internet, ela passa mal, vomita, tem dor de cabeça, tontura, surtos, fica agressiva, nervosa – tudo isso porque precisa ter certeza de que está conectada e que não está perdendo nada que esteja acontecendo na internet. Se alguém propõe ao doente passar alguns dias num lugar sem conexão, como no campo ou na mata, tomando banho de cachoeira, ele não aceita de jeito nenhum, porque a conexão com a internet é uma espécie de oxigênio para ele. O TDI leva a um processo de fuga, no qual a pessoa se vicia em jogos on-line, de azar, em sexo, levando-a a um processo irreversível de ansiedade social.

 

 

 

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O vício em jogos on-line vai se instalando quando uma pessoa experimenta a vitória em uma fase de um jogo on-line e passa para a próxima fase, onde seu cérebro libera substâncias de bem-estar na corrente sanguínea, pois, mesmo virtualmente, faz ela se sentir campeã, uma vencedora. Nesse momento, um aviso é emitido constantemente pelo cérebro, para que a pessoa volte a jogar, porque está lhe fazendo bem, produzindo endorfina e outras substâncias, como serotonina. Desta forma, a pessoa simplesmente não consegue mais parar de jogar. Muitas vezes, pessoas que são responsáveis pelo sustento do seu lar gastam todo o limite do cartão de crédito em apostas e na compra de “vidas” de joguinhos que não lhe trazem nada, a não ser a distração da solução dos problemas que deveriam estar enfrentando no seu dia a dia.

 

 

 

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A cibercondria também pode ser chamada de hipocondria digital. Acontece quando a pessoa apresenta alguns sintomas físicos, como uma dor de cabeça, ânsia de vômito ou pressão alta, por exemplo, e então resolve fazer uma busca no Google para descobrir o que pode haver por trás da combinação desses sintomas. Nessa busca, ela pode encontrar um resultado de câncer no cérebro. A partir desse momento, ela acredita com tanta força nesse diagnóstico que começa a desenvolver os sintomas da doença. Sim, a nossa mente é incrível a esse ponto. A neurose pode se tornar tão grave que, até fazer um exame para comprovar, a pessoa não fica em paz. No entanto, os resultados de alguns exames levam semanas para ficar prontos e, durante esse tempo, o sofrimento e os sintomas dos cibercondríacos só se agravam. Com o passar do tempo e com a repetição desse comportamento, o próprio corpo começa a desenvolver sintomas por sentir falta das substâncias que são geradas com a situação. Muito cuidado com a hipocondria digital, pois ela pode matar você de susto sem que você tenha doença alguma. O melhor a fazer é consultar um médico de sua confiança, pois às vezes você só está mesmo com um mal-estar.

 

 

 

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O efeito Google é essa perda de memória que as pessoas estão desenvolvendo por conta do fácil acesso à internet. Antigamente, há quase duas décadas, nossa mente precisava buscar informações off-line, porque não havia a possibilidade de fazer isso por meios eletrônicos. Nos tempos atuais, nosso cérebro começou a se acostumar com o fato de termos um buscador e armazenador de informações na palma da mão, e isso está afetando a nossa memória e deixando o nosso cérebro preguiçoso, afinal ele sabe que, se precisar, tem o Google logo ali.

A nossa mente já codificou isso e entende que, quando precisar de alguma informação, há o site de busca na internet. A tendência do nosso cérebro é economizar energia, e isso vem da nossa ancestralidade, lá da época dos primatas. Ora, se podemos encontrar qualquer informação com apenas alguns cliques, por que o cérebro vai ocupar espaço e memória sem necessidade?

 

 

DESINTOXICANDO

 

Tome muito cuidado para não se tornar mais um ciberdoente, um viciado em internet e redes sociais. Procure ajudar quem está ao seu redor, porque a maioria das pessoas não tem esse conhecimento, não sabe que é doença e acha completamente normal ficar conectada 24 horas por dia.

Um bom conselho para quem quiser se libertar das ciberdoenças é fazer um detox digital – se dispor a ficar um período sem usar o celular, a internet e passar menos tempo on-line. Aproveite os períodos de férias: se fizer o detox digital por uma semana apenas, já é período suficiente para desacelerar a mente e se reconectar com a sua essência. O mundo não vai acabar se alguém ficar longe da internet, ou do mundo virtual. Procure ficar off-line de vez em quando, pois isso faz bem para a mente, para o corpo e para a alma.

Mesmo que você trabalhe no mundo on-line, é essencial se desconectar algumas horas por dia, nos fins de semana e em períodos de folga. Só assim você pode se interiorizar, conversar consigo e não manter contato apenas com esse mundo virtual (que não é o mundo real) e esquecer de si mesmo mergulhado nas ilusões da internet: onde praticamente todas as fotos têm correções, filtros e as coisas não são como estão expostas lá; mesmo que nossa mente nos engane e nos faça acreditar no contrário. Ao observar uma doença aqui expostas e suas causas, pode ser que você não se identifique logo de cara. Preste atenção, de forma bem profunda, pois esses motivos podem estar muito arraigados em seu inconsciente. Peça a ajuda de um terapeuta e investigue, pois, se a doença se materializa fisicamente, sem dúvida é porque há uma questão emocional que a desencadeou.

 

 

Fonte: Código da Alma – Descubra a causa secreta das doenças, Patrícia Cândido, Luz da Serra

 

 

Um história de amor – ou de amor ao vício em internet:

 

 


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