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Meditação, yoga e bem-estar
MEDITAÇÃO
28.05.2019
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A meditação segundo Osho
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“Hoje, a meditação é mais necessária do que nunca, tão necessária que é quase uma questão de vida ou morte. No passado, era um luxo; poucas pessoas – um Buda, um Mahavira, um Krishna – se interessavam por ela. Outras pessoas eram naturalmente silenciosas, felizes e sãs. Não tinham necessidade de pensar em meditação; de um modo inconsciente, meditavam. A vida avançava tão devagar silenciosamente que até as mais tacanhas eram capazes de se adaptar. Agora a mudança é extremamente rápida, tão rápida que nem mesmo as pessoas mais inteligentes conseguem acompanhar. A vida diária é diferente, e você tem de aprender de novo – estar sempre aprendendo. Hoje, não se pode mais parar de aprender; esse processo tem de durar a vida inteira. Tem-se de continuar aprendendo até a morte. Só assim se pode permanecer são, evitar a neurose. E a pressão é enorme – quarenta vezes maior.

Como atenuá-la? Você precisará de ter os seus momentos de meditação. Se uma pessoa não meditar pelo menos uma hora por dia, sua neurose não será acidental. Terá sido criada por ela mesma. Durante uma hora ela deve desaparecer do mundo para dentro de si mesma. Deve ficar tão só que nada possa invadi-la – nenhuma lembrança, nenhum pensamento, nenhuma imaginação; durante uma hora, não deve haver coisa alguma em sua consciência. Isso fará com que ela rejuvenesça e se reanime, e libere novas fontes de energia. Ela voltará ao mundo mais jovem, renovada e capaz de aprender, com mais admiração em seus olhos e mais reverência em seu coração – de novo uma criança.”

 

 

 

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“Você não acredita em Deus? Isso não é um obstáculo à meditação. Não acredita na alma? Isso também não é um obstáculo à meditação. Não acredita em coisa alguma? Isso não é um obstáculo. Você pode meditar, porque a meditação simplesmente diz como ir para dentro: não importa se ali existe ou não uma alma; se existe ou não um Deus, não importa. Uma coisa é certa: você existe. Se você existirá ou não depois da morte não importa. Só uma coisa importa: neste exato momento, você existe. Quem é você? Entrar em você é meditação – entrar mais fundo em seu próprio ser. Talvez ele seja apenas momentâneo; talvez você não seja eterno; talvez a morte ponha um fim a tudo. Não impomos nenhuma condição na qual você deva acreditar. Dizemos apenas que você tem de experimentar. Simplesmente tente! Um dia, acontece: os pensamentos não mais estão presentes. E subitamente, quando os pensamentos desaparecem, o corpo e você estão separados – porque os pensamentos são a ponte. Através deles você se une ao corpo; esse é o elo. De repente o elo desaparece – você está presente, o corpo está presente, e há um abismo infinito entre os dois. Então, você sabe que o corpo morrerá, mas que você não pode morrer. Então, isso não é algo como um dogma; não é um credo, é uma experiência – incontestável. Nesse dia, a morte desaparece; nesse dia, a dúvida desaparece, porque, agora, você não tem de estar sempre se defendendo. Ninguém pode destruí-lo, você é indestrutível. Então surge a confiança, ela transborda. E confiar é estar em êxtase; confiar é estar em Deus; confiar é sentir-se preenchido. Por isso não digo para cultivar a confiança. Digo para experimentar a meditação.”

 

 

 

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“Meditação não é algo da mente, é algo além da mente. E o primeiro passo é alegrar-se com ela. Se você alegrar-se com ela, a mente não poderá destruir a sua meditação. Caso contrário, ela se transformará em outra viagem de ego; ela o tornará muito sério. Você começará a pensar: ‘Sou um grande meditador. Sou mais santo que as outras pessoas. O mundo todo é apenas profano – sou religioso, sou virtuoso’. Isso é o que tem acontecido aos milhares dos assim chamados santos, moralistas, puritanos: eles estão simplesmente participando dos jogos do ego – jogos sutis do ego. Por esse motivo, quero cortar o mal pela raiz. Divirta-se com a meditação. Ela é uma canção a ser cantada, uma dança a ser dançada. Encare-a como uma diversão e você ficará surpreso: se você puder divertir-se com a meditação, a meditação se desenvolverá a passos largos.

Mas você não tem qualquer objetivo; está apenas sentindo prazer em ficar sentado em silêncio, apenas sentindo prazer no próprio ato de se sentar em silêncio – não que você esteja ansiando por poderes de iogue, siddhis, milagres. Tudo isso é tolice, a mesma velha tolice, o mesmo velho jogo, jogado com novas palavras, em um novo plano... A vida tem de ser encarada como uma brincadeira cósmica – e então subitamente você relaxa porque não há nada com o que ficar tenso. E nesse próprio relaxamento algo começa a mudar em seu íntimo – uma mudança radical, uma transformação – e as pequenas coisas da vida começam a adquirir um novo sentido, um novo significado. Então nada é pequeno, tudo começa a ter uma nova qualidade, uma nova aura; você começa a sentir uma espécie de divindade em toda parte. Não se torna um cristão, um partidário do hinduísmo ou um muçulmano; torna-se simplesmente um amante da vida. Você aprende somente uma coisa: a regozijar-se com a vida. Mas regozijar-se com a vida é o caminho para Deus. Faça da dança o seu caminho para Deus... Faça do riso o seu caminho para Deus... Faça do canto o seu caminho para Deus...!”

 

 

 

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“Até agora, você viveu de um certo modo – você não gostaria de viver de um modo diferente? Até agora, você pensou de um certo modo – você não gostaria de ter alguns novos vislumbres em seu ser? Então fique alerta e não dê ouvidos à mente. A mente é o seu passado, tentando constantemente controlar o seu presente e o seu futuro. É o passado morto que continua a controlar o presente vivo. Simplesmente fique alerta com relação a isso. Mas qual é o caminho? Como a mente continua a fazer isso? A mente o faz com este método – ela diz: ‘Se você não me der ouvidos, não será tão eficiente quanto eu sou. Se fizer uma coisa habitual, poderá ser eficiente, porque você já a fez antes. Se fizer uma coisa nova, você não poderá ser tão eficiente’. A mente continua a falar como um economista, um especialista em eficiência; continua a dizer: ‘É mais fácil fazer isso assim. Por que fazer do modo mais difícil? Siga a lei do menor esforço’.

Lembre-se: sempre que você tiver duas coisas, duas alternativas, escolha a nova. Escolha a mais difícil, escolha aquela que exigirá mais consciência. Em vez da eficiência escolha sempre a consciência, e você criará a situação na qual a meditação se tornará possível. Todas essas são apenas situações; a meditação acontecerá – não estou dizendo que apenas por realizá-las você entrará em meditação, mas elas serão úteis: elas produzirão em você a condição necessária, sem a qual a meditação não pode ocorrer. Seja menos eficiente, porém mais criativo. Deixe que este seja o estímulo. Não se preocupe muito com fins utilitários. Em vez disso, lembre-se, constantemente, de que você não está aqui na vida para se tornar um utilitário – isso está abaixo da dignidade. Você não está aqui para se tornar cada vez mais e mais eficiente. Você está aqui para se tornar cada vez mais e mais vivo; você está aqui para se tornar cada vez mais e mais inteligente; você está aqui para se tornar cada vez mais e mais feliz, extasiantemente feliz. Mas isso é totalmente diferente dos caminhos da mente.”

 

 

 

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“O que quer que faça, faça-o em profundo estado de alerta; então, até mesmo as pequenas coisas tornam-se sagradas. Assim, cozinhar ou limpar tornam-se coisas sagradas, uma devoção. Não é uma questão de o que você está fazendo, a questão é como você o está fazendo. Você pode limpar o chão como um robô, uma coisa mecânica: você tem de limpá-lo, por isso o limpa. Então, você perde algo belo. Então, você desperdiça esses momentos apenas limpando o chão. Limpar o chão poderia ter sido uma grande experiência; você a perdeu. O chão fica limpo, mas algo que poderia ter acontecido em seu íntimo não aconteceu. Se você estivesse consciente, não só o chão estaria limpo, mas você teria se sentido purificado. Limpe o chão, cheio de consciência, iluminado pela consciência. Trabalhe, sente-se ou caminhe, mas uma coisa tem de ser um contínuo fio condutor: faça cada vez mais e mais momentos da sua vida iluminados pela consciência. Deixe a chama da consciência arder em cada momento, em cada ato. O efeito cumulativo é o que é a iluminação. O efeito cumulativo, todos os momentos juntos, todas as pequenas chamas juntas tornam-se uma grande fonte de luz.”

 

 

 

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“A meditação é um estado natural – que nós perdemos. É um paraíso perdido; mas o paraíso pode ser recuperado. Olhe dentro dos olhos de uma criança... Olhe e você verá tremendo silêncio, inocência. Toda criança vem com um estado meditativo, mas ela tem de ser iniciada nas normas da sociedade – ela tem de aprender como pensar, como calcular, como raciocinar, como argumentar – ela tem de aprender palavras, a língua, os conceitos. E pouco a pouco perde sua inocência. Ela fica contaminada, poluída pela sociedade. Torna-se um mecanismo eficiente; não é mais um ser humano. Tudo o que é preciso é recuperar esse espaço outra vez. Você já o conheceu antes, por isso, quando, pela primeira vez, você conhece a meditação, você fica surpreso – porque surge uma forte sensação em você, como se já a tivesse conhecido antes. E essa sensação é verdadeira – você já a conheceu antes. Você se esqueceu. O diamante perdeu-se num monte de lixo. Mas se puder remover o lixo, descobrirá o diamante novamente – ele é seu.

Ele não pode realmente ser perdido: só pode ser esquecido. Nascemos como meditadores, depois aprendemos os modos da mente. Mas a nossa verdadeira natureza permanece oculta em algum lugar bem no fundo, como uma corrente subterrânea. Um dia, depois de cavar um pouco, você encontra a fonte ainda jorrando, a fonte de água pura. E a maior alegria na vida é encontrá-la.”

 

 

 

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“A meditação começa quando você se separa da mente e torna-se uma testemunha. Esse é o único modo de você se separar de qualquer coisa. Se você olha para a luz, naturalmente, uma coisa é certa: você não é a luz, você é quem está olhando para ela. Se observa as flores, uma coisa é certa: você não é a flor, é o observador. Observar é a chave da meditação. Observe a sua mente. Não faça nada – nenhuma repetição de mantra, nem repetição do nome de Deus – apenas observe o que quer que sua mente esteja fazendo. Não a perturbe, não a evite, não a reprima; não faça coisa alguma. Seja apenas um observador. O milagre de observar é a meditação. Enquanto você observa, pouco a pouco, a mente se torna vazia de pensamentos; mas você não está adormecendo, está se tornando mais alerta, mais consciente.

Quando a mente ficar totalmente vazia, toda a sua energia se tornará uma chama do despertar. Essa chama é o resultado da meditação. Então você pode dizer que meditação é um outro nome para a observação, o testemunhar, o observar – sem qualquer julgamento, sem qualquer avaliação. Pela observação você de imediato livra-se da mente... Se você quiser entender exatamente o que é a meditação, Gautama Buda é o primeiro homem que lhe deu a definição certa e precisa: é testemunhar.

Isso é difícil, porque na ciência estão presentes o experimentador, a experiência e o objeto a ser experimentado. Há três coisas: o objeto, o sujeito e a experiência. Na religião você é as três ao mesmo tempo. Você deve fazer experiências consigo mesmo. Você é o sujeito, você é o objeto e você é o laboratório. Não continue a pensar. Parta de algum ponto... Comece a experimentar. Então você terá uma sensação direta do que é pensar e do que é testemunhar. E então virá a saber que não pode fazer as duas coisas ao mesmo tempo, como não pode correr e sentar simultaneamente. Se você corre, então, não pode se sentar, então, não está sentado. E se estiver sentado, não poderá estar correndo. Mas sentar-se não é uma função das pernas. Correr é uma função das pernas; sentar não é uma função das pernas – ao contrário: sentar-se é uma não função das pernas. Quando as pernas estão funcionando, então você não está sentado. Sentar é uma não função das pernas; correr é a função. O mesmo ocorre com a mente: pensar é uma função da mente; testemunhar é uma não função da mente. Quando a mente não está funcionando, você tem o testemunhar, então você tem a consciência.”

 

 

 

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“Se a vida transcorrer naturalmente, belamente, se não houver professores negadores da vida, se não houver políticos e sacerdotes para distraí-lo – então, quando você tiver cerca de quarenta e dois anos de idade, exatamente como vem a maturidade sexual, vem a maturidade da meditação. Por volta dos quarenta e dois anos a pessoa começa a se tornar introvertida. Por volta dos quatorze anos, ela começa a se voltar para os outros, torna-se extrovertida. Amor é extroversão; relacionamento é pensar no outro. Meditação é introversão; meditação é pensar no próprio ser, no próprio centro.

Entre as idades de quatorze e quarenta e dois anos, ocorre uma mudança. A pessoa vai vivendo, aprende o que é o amor, conhece seu prazer e sua frustração, sua alegria e sua tristeza, sua beleza e sua fealdade – ela sabe que há momentos de êxtase, seguidos por grandes vales de trevas. Então ela começa, pouco a pouco, a mover-se na direção do seu próprio ser, porque depender do outro nunca pode ser realmente extasiante. Se a sua alegria depender do outro, essa alegria jamais pode ter em si a qualidade da liberdade. E a alegria que não tem em si a qualidade da liberdade, não é tão alegria assim. Se você depender do outro, então, há uma limitação. A alegria que vem através do amor é momentânea. Você pode encontrar-se com o outro apenas por momentos e, então, novamente, vocês se separam e se afastam. Unem-se apenas por momentos. Então você começa a pensar: ‘Há um modo de unir-se com a vida e nunca se separar dela novamente?’.

Meditação é isso. Amor é unir-se à existência através de uma outra pessoa, apenas por momentos. Meditação é unir-se com a existência eternamente. ‘Yoga’ significa ‘união’. Isso tem de acontecer em algum lugar no âmago mais profundo. E então, há alegria e, então, há liberdade. E há bem-aventurança e não há vale algum de trevas seguindo-a. Então, a felicidade é eterna, então, a celebração é eterna.”

 

 

 

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“Envelhecer não é digno de mérito, qualquer animal o faz, não é preciso nenhuma inteligência. Crescer é uma experiência totalmente diferente. Envelhecer é horizontal; crescer é vertical, leva você às alturas e às profundezas. E, muito estranhamente, você ficará surpreso ao saber que o tempo é horizontal. Um momento passa, um outro momento vem, um outro momento... Em uma linha horizontal. O tempo é horizontal e a mente, também, é horizontal. Um pensamento é seguido por outro pensamento, e por outro pensamento, e por outro pensamento, mas em uma linha, uma fila, um cortejo ou um tráfego – permanece seguindo na horizontal. A meditação é vertical, ela vai além da mente e além do tempo. E talvez, finalmente, você descubra que o tempo e a mente se equivalem, dois nomes para o mesmo fenômeno – o cortejo horizontal de pensamentos, de momentos. A meditação é para parar o tempo e a mente, ambos; e subitamente você começa a erguer-se na eternidade. A eternidade não faz parte do tempo, e a eternidade não é um pensamento: é uma experiência.”

 

 

 

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“Durante séculos o vazio tem sido condenado. O vazio é belo. E as pessoas tolas têm lhe dito: ‘A mente vazia é a oficina do demônio’. A mente vazia é a oficina de Deus! A mente ocupada é que é a oficina do demônio. Mas temos de estar totalmente vazios. Apenas por estar ocioso não significa que você está vazio; não fazer coisa alguma não significa que você está vazio. Milhares de pensamentos estão provocando um clamor em seu interior. Você pode estar completamente ocioso do lado de fora, enquanto por dentro muito trabalho está acontecendo. Muitos muros estão sendo criados, novas prisões estão sendo preparadas, de modo que, quando você fica farto do velho, possa entrar no novo. As velhas correntes podem romper-se a qualquer momento e você vai criando novas correntes para o caso disso acontecer – senão você se sentirá muito vazio.

De vez em quando, isso acontece naturalmente – porque é da sua própria natureza, ser livre. Assim, de vez em quando, apesar de você... Vendo um pôr do sol, subitamente você se esquece de todos os seus desejos. Você esquece-se de toda a luxúria, de toda a ânsia por prazer. O pôr do sol é tão belo, tão transbordante, que você se esquece do passado e do futuro; somente o presente permanece. Você está tão ligado ao momento... – não há um observador e um observado. O observador se torna o observado. Você não está separado do pôr do sol.

Você está ligado... E nessa comunhão você chega a uma clareira; devido a essa clareira você se sente feliz. Mas você volta para o buraco negro pela simples razão de que, saindo dele para dentro da clareira, você precisa de coragem para permanecer no céu vazio.  A coragem de não escapar, mas entrar na clareira, ver o céu sem nuvens, ouvir as canções dos pássaros, sem distorção. E, então, nova e novamente, cada vez mais e mais você se torna sintonizado com o vazio e com a alegria de estar vazio. Pouco a pouco, você vê que o vazio não é exatamente vazio: ele é plenitude, mas uma plenitude da qual você nunca esteve consciente, uma plenitude que você nunca saboreou. Assim, no início, parece vazio, no final é cheio, totalmente cheio, transbordantemente cheio. É cheio de paz, é cheio de silêncio, é cheio de luz.”

 

 

 

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“Se você sentir muita resistência contra a meditação, isso simplesmente mostra que bem lá no fundo você está alerta para o fato de que algo irá acontecer e mudar toda a sua vida. Você tem medo de renascer. Investiu muito em velhos hábitos, na antiga personalidade e na velha identidade. Meditação é apenas tentar limpar o ser, tentar-tornar-se jovem e saudável, tentar tornar-se mais vivo e mais alerta. Se você tem medo da meditação, isso significa que você tem medo da vida, que você tem medo da consciência alerta; e a resistência vem porque você sabe que, se você se mover para dentro da meditação, algo fatalmente acontecerá. Se você absolutamente não estiver criando resistência, então, você pode brincar – o que há a temer?”

 

 

Fonte: O que é Meditação?, Osho, Ediouro

 

 

“O propósito da vida”, narrado por Osho:

 

 


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