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23.06.2020
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Treinando a memória
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Usar a repetição como técnica de memorização pode parecer simples e óbvio demais. Mas há técnicas específicas que se utilizam disso, mas encorpadas com um pouquinho mais de dinamismo. Há alguns anos, o americano John Place, hoje professor universitário, criou seu próprio método de para garantir a nota máxima em um prova - e outras situações que precisem de memorização. Por meio da repetição, John gravou sete capítulos inteiros de um livro em sua memória, o equivalente a 23 mil palavras.

 

 

REPETIÇÃO E COCHILO

 

Foi com essa técnica que John conseguiu a nota máxima em sua prova e saiu da faculdade como melhor aluno da turma: a união de uma repetição bem sistematizada aliada ao uso adequado da sinestesia:

 

1 - Pegue papel e caneta e anote, em frases completas e diretas (mas não palavras-chave), todas as informações que você acha que podem aparecer em sua prova ou exame.

2 – Vá para um lugar tranquilo. Leia a primeira frase em voz alta e, em seguida, feche seus olhos e repita a mesma frase sem olhar no papel.

3 – Em seguida, repita o passo acima, dessa vez lendo as duas primeiras frases.

4 – Continue o processo utilizando cada vez uma frase a mais. Repita todas elas até que você seja capaz de fazer isso sem olhar no papel.

5 – Quando terminar, tire um pequeno cochilo. É isso mesmo. Nesse momento, as memórias estão ainda vulneráveis e precisam de tempo e descanso para se consolidar.

6 – Após o cochilo, repita mais uma vez todos os cinco passos anteriores. Dessa forma, você vai obter o máximo de retenção.

 

 

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ASSOCIAÇÃO A IMAGENS

 

É cientificamente comprovado: nosso cérebro tem mais facilidade em se recordar de imagens do que de palavras e números. Pense: já nos primeiros anos de vida, quase tudo o que aprendemos sobre o mundo entra em nosso cérebro pelo estímulo visual. Compreendemos o sentido da imagem “maçã” antes de entendermos a palavra “maçã”. Por isso, equilibrar a presença de palavras e de imagens durante o estudo é uma ótima ideia. Esse método funciona de diversas maneiras: fazer pequenos desenhos ilustrativos em seu bloco de anotações, ao lado das informações escritas, é uma delas. O estímulo visual dos desenhos gruda na mente com mais eficiência do que o texto puro (e esse hábito pode até ser divertido!). Outra forma de utilizar imagens em favor da memorização é associar os conceitos teóricos, por meio de palavras-chave, a figuras imaginárias. Veja como fazer isso:

 

1 – Leia o conteúdo que deseja memorizar com atenção e faça uma seleção de palavras-chave. Os termos escolhidos devem lembrá-lo dos principais assuntos tratados ali.

2 – Encadeie essas palavras-chave em uma sequência, associando cada uma delas a símbolos que remetam ao tema abordado.

3 – Procure fortalecer a ligação da imagem ao conceito. A ideia é que, a cada vez que você pense naquele símbolo, a informação original também seja lembrada.

 

Um símbolo apropriado para a palavra-chave “céu”, por exemplo, poderia ser um pássaro voando. Ou então outra imagem que lhe vier à cabeça. Para algumas pessoas, escolher figuras inusitadas até bizarras pode ser ainda mais eficiente. Então, faça o teste e veja o que funciona melhor para você, sempre abusando das formas, cores e movimentos.

 

 

SEPARAÇÃO POR TÍTULOS

 

O que você acha que é mais fácil: memorizar três páginas de um texto corrido e sem pausas, ou as mesmas três páginas de um texto dividido em tópicos? Ler um texto com pausas e divisões claras, além de ser menos cansativo ao cérebro, faz com que você relembre continuamente o tema que está sendo memorizado, aproveitando o melhor do conceito das palavras-chave. Fica mais fácil também trabalhar cada trecho do material individualmente, bem como integrar as diferentes partes do texto. Aqui, a dica é essa: divida o conteúdo que pretende memorizar em partes curtas, de acordo com a temática abordada, e dê um título claro e direto a cada uma delas. Veja como:

 

1 – Primeiramente, leia o texto inteiro, sem parar. Se achar necessário, faça isso mais de uma vez.

2 – Volte ao início do material e comece a fazer recortes, dividindo todo o conteúdo em blocos curtos. De preferência, deixe-os com no máximo dois parágrafos cada.

3 – Após fazer essa divisão, retome a leitura e crie um título para cada um dos trechos. Esse título pode ser uma única palavra-chave, como “Guerra”, ou uma frase, como “Motivos para o início da Segunda Guerra Mundial”.

 

Ao analisarmos a estrutura do texto e definirmos títulos para cada sessão, criamos códigos de memória que impedem que nos lembremos apenas alguns dos itens tratados. Assim, cria-se uma relação lógica entre as diversas informações, aumentando a visão de conjunto, e consequentemente sua capacidade de retenção.

 

 

Fonte: Memória em Treino, Tríada Editora

 


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